Seré que tem forminha?






Figuras de gelo foram retratados nos degraus da sala de concertos na Gendarmenmarkt, em Berlim.

O World Wildlife Fund espera despertar a consciência sobre o aquecimento global por meio do evento, onde todas as 1.000 figuras derreteram durante o o dia.



'Vista não vista'

A mostra Sight Unseen, em cartaz no Museu da Fotografia da Califórnia, ligado à Universidade da Califórnia em Riverside, reúne mais de cem imagens realizadas por 12 profissionais de cinco países.
Dois acidentes fizeram o esloveno Evgen Bavcar perder a vista antes dos 12 anos, mas ele diz ter uma vasta 'galeria de imagens' na cabeça.'A Close Up View', de Evgen Bavcar
O artista californiano Pete Eckert adotou a fotografia após ter ficado completamente cego, nos anos 80.
'Night Dream', de Pete Eckert
Eckert diz que mesmo sem estímulo visual, seu cérebro continua formando imagens. 'Sou muito visual, apenas não consigo enxergar', afirma.'Electroman', Pete Eckert
Uma infecção oportunista por causa de Aids deixou o americano Kurt Weston cego do olho esquerdo e com uma visão periférica no direito.'Ultimate Rush', de Kurt Weston

DESIGN FOR LIFE - BBC

The Design For Life students

Philippe Starck está determinado a agitar o mundo do design britânico.

Alegando que não há revolução no design lá desde que Terence Conran estourou na cena nos anos sessenta, Starck abriu vagas em uma escola de design. Centenas de projetistas britânicos se inscreveram. Starck selecionou os melhores 12, com base na qualidade dos projetos apresentados, e convidou-os a se juntar a ele na capital francesa.

Alegando que não houve uma revolução no design aqui desde Terence Conran estourou na cena nos anos sessenta, Starck convidou os aplicativos abertos para lugares em uma escola de design, ele se instala em Paris. Centenas de britânicos a projetistas aplicada. Starck então reduzimo-las para o melhor 12, com base na qualidade dos desenhos apresentaram com suas aplicações, e convidou-os a se juntar a ele na capital francesa.

Os sete homens e cinco mulheres devem lutar para impressionar Starck. Habilmente assistidos pelo top designer Eugeni e pela diretora de sua agência de comunicação, Jasmine, Starck enviará o mais fraco para casa como e quando necessário. No final da série, um designer britânico de sorte será premiado com um estágio de seis meses em sua agência de design.

Brazilian feet...

O design brasileiro recebeu destaque em um novo livro que está sendo lançado na Grã-Bretanha, Fifty Shoes That Changed the World.

As sandálias da marca Melissa e os chinelos das Havaianas aparecem no livro, em meio a outras icônicas criações como o stiletto, a plataforma, os tênis All Star e as sapatilhas de balé.

O livro - lançado em parceria pelo Museu do Design de Londres e a editora Conran Octopus - faz parte de uma coleção que inclui também os 50 vestidos, carros e cadeiras mais importantes da história do design.

Design Sensoral !

Escondidinho chinês de Liu Bolin

Um artista chinês se 'camufla' na paisagem urbana para retratar o anonimato do ser humano.Liu Bolin/ Paris-Beijing Photogallery
Os trabalhos passam a mensagem, angustiante para alguns, de que o ser humano é um solitário.Liu Bolin/ Paris-Beijing Photogallery
Críticos de arte também destacam o lado político dos trabalhos de Liu: o de ser 'massa' em um país de 1,4 bilhão de habitantes.
Liu Bolin/ Paris-Beijing Photogallery
Em 2005, ele foi um de diversos artistas que tiveram ateliês fechado pelo governo. O mundo artístico acusa os líderes comunistas de perseguição.
Liu Bolin/ Paris-Beijing Photogallery
Li nasceu em 1973, na província de Shandong, no leste da China. Formou-se pela Academia de Belas Artes de Shandong e começou a participar de grandes exposições aos 28 anos.
Liu Bolin/ Paris-Beijing Photogallery
Para os críticos, o trabalho de Li esbanja uma 'força silenciosa'.Liu Bolin/ Paris-Beijing Photogallery




Doze fotógrafos foram anunciados como finalistas do prêmio de fotografia Pictet, que destaca assuntos relativos à sustentabilidade

Doze fotógrafos foram anunciados como finalistas do prêmio de fotografia Pictet, que destaca assuntos relativos à sustentabilidade. Este ano o tema foi o planeta Terra. As mais de 300 inscrições retrataram todos os cantos do mundo, como esta série feita na Nigéria.
Foto da série 'A Maldição do Ouro Negro', Nigéria. Foto: Ed Kashi © Prix Pictet Ltd
Para os organizadores, as fotos 'falam dos efeitos prejudiciais e muitas vezes irreversíveis de explorar os recursos do planeta e refletem os impactos imediatos e de longo prazo de modelos de desenvolvimento insustentáveis em comunidades em todo o globo'.
Foto da série 'A Maldição do Ouro Negro', Nigéria. Foto: Ed Kashi © Prix Pictet Ltd
Muitas fotos chamam atenção para a fonte de recursos que a sociedade consome diariamente sem questionar a origem. Em sua série sobre pedreiras de mármore em Portugal, Itália e na Índia, o fotógrafo canadense Edward Burtynsky procura mostrar a 'realidade longínqua das paisagens industriais'.
Foto da série 'Pedreiras', Portugal. Foto: Edward Burtynsky © Prix Pictet Ltd
O israelense Nadav Kandar quis mostrar a relação do ser humano com as grandes construções na China. Sua série sobre os 6,5 mil quilômetros do rio Yangtze, ao longo do qual vivem mais pessoas que nos EUA, retratou famílias sob os viadutos sombrios e o ar cinzento da cidade portuária de Chongqing.
Foto da série 'Yangtze, o Longo Rio', Chongqing, China. Foto: Nadav Kander © cortesia Flowers Gallery, Prix Pictet Ltd
O vencedor do prêmio será conhecido em uma cerimônia marcada para o dia 22 de outubro, à qual comparecerá o ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, presidente honorário do prêmio. Até lá, os trabalhos dos finalistas serão exibidos em galerias de arte em Paris, Londres e Genebra.
Foto da série 'Monte Fuji', Japão. Foto: Chris Steele-Perkins © Prix Pictet Ltd
O fotógrafo japonês Naoya Hatakeyama explora a construção de túneis e metrôs. As fotos chamam atenção pelo olhar nos detalhes, como a plástica dos ângulos e dos processos naturais. Para o artista, estes são 'espaços escondidos na cidade, alienígenas para a maioria dos residentes'.
Foto da série 'Explosões, Túneis e Rios', Japão. Foto: Naoya Hatakeyama © Prix Pictet Ltd
O ciclo de consumo, destruição e violência é explorado pelo canadense Christopher Anderson, que já foi indicado ao prestigiado prêmio Pulitzer de jornalismo. Sobre sua série fotografada na Venezuela, ele diz: 'enquanto o agronegócio fatura, falta comida para grande parte da população'.
Foto da série 'Capitólio', Venezuela. Foto: Christopher Anderson © Prix Pictet Ltd
Para o diretor do júri do concurso, Francis Hodgson, o tema deste ano 'foi interpretado em tremenda variedade e vigor'. 'Seja registrando o desenvolvimento em detalhes ou buscando, de maneira mais ampla, estimular o debate, os fotógrafos alcançaram um alto nível de impacto', afirmou.