Mostrando postagens com marcador exposição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador exposição. Mostrar todas as postagens

Musée d'Orsay

L'Art Nouveau





Dorsay.com

Grafiteiros de Bueiros

Os paulistanos Anderson Augusto, o São, e Leonardo Delafuente, formam a dupla 6emeia.
Moradores do Bairro da Barra Funda, os dois iniciaram o projeto para transformar o espaço urbano, utilizando elementos que já estão no ambiente, como bueiros, placas e postes pequenos.
Eles mostram que arte não precisa estar pendurada na parede para ser apreciada.
A dupla vem transformando o espaço cinza da região central da cidade de São Paulo desde 2005 e já teve fotografias de seu trabalho expostas em sites extrangeiros, galerias e também na mídia brasileira.





Arte de Lixo




A artista britânica Jane Perkins cria retratos usando objetos pessoais que não possuem valor e são jogados fora pelas pessoas.

Ela conta que a inspiração veio da obra de cabeleireiros equatorianos que descobriu quando pesquisava sobre arte a partir de materiais recicláveis. Os cabeleireiros do Equador usam diversos tipos de objetos brilhantes e estranhos para adornar penteados.

Desde 2008, a artista trabalha com esse tipo de arte.

Foto: China Daily/Reuters

The Globe and Mail: Visitantes fotografam a cachoeira/ fonte feita de vasos sanitário e mictórios num parque em Foshan, China.

Osgemeos espõe em SP

G1 - São Paulo

'Vertigem' abre neste domingo (25.10.09) e fica em cartaz até 13 de dezembro.
Mostra está aberta para visitação na Faap em São Paulo, com entrada gratuita.

A exposição reúne graffiti com artes plásticas em instalações, pinturas, esculturas e objetos sonoros. As obras traduzem o sensível olhar da dupla sobre o cotidiano brasileiro, da periferia urbana ao folclore nordestino, em cenários surrealistas que remontam uma atmosfera de sonho por meio de cores alegres e personagens melancólicos.

Paulistanos de 1974, os gêmeos idênticos Gustavo e Otávio Pandolfo começaram sua trajetória na street art em meados dos anos 1980, retratando as culturas regionais do Brasil nos muros de São Paulo. O trabalho da dupla está diretamente ligado à sua vivência na cidade.

Em 1993, osgemeos começaram a participar de mostras coletivas. Seis anos depois, suas criações entraram para o cenário internacional da arte urbana contemporânea, e também do circuito comercial, no Reino Unido, França, Alemanha, Portugal, Espanha, Itália, Grécia, Holanda, Cuba, Japão, China, Austrália e nos Estados Unidos, onde são representados pela Deitch Projects, a mesma galeria de Keith Haring e Jean-Michel Basquiat.

Em 2007, eles foram convidados para pintar o castelo histórico de Kelburn, em Ayrshire, um dos mais importantes da Escócia. Em 2008, a dupla pintou a famosa fachada, às margens do Tamisa, do prédio da Tate Modern de Londres, templo da arte contemporânea internacional.

Em junho deste ano eles coloriram em Nova York o grande muro pintado por Keith Haring, em 1982, que imortalizou o cruzamento da Bowery com a Houston. O trabalho rendeu à dupla críticas positivas na imprensa, incluindo o "New York Times".

Anish Kapoor

Anish Kapoor nasceu em Bombaim em 1954 e vive em Londres desde o início dos anos 70 quando cursou Hornsey College of Art e a Chelsea School of Art Design. Nos últimos vinte anos, ele exibiu extensivamente em Londres e em todo o mundo. Ele expôs em locais como Kunsthalle Basel, Tate Gallery e Hayward Gallery, Whitechapel Art Gallery, The Royal Academy e Serpentine Gallery, em Londres, Reina Sofia, em Madrid, CAPC em Bordéus e, mais recentemente Haus der Kunst, em Munique, IX Documenta de Kassel, Moderna Museet de Estocolmo e Jeu de Paume e Centro Georges Pompidou, em Paris. Anish Kapoor foi premiado com o "Premio Duemila" na Bienal de Veneza em 1990, o Turner Prize Award em 1991 e foi premiado com uma bolsa Honorário do Instituto de Londres em 1997 e um CBE em 2003.


Turning the World Inside Out II, 1995


Iris, 1998


Cloud Gate, 2004


Sky Mirror, 2006


Non Object (Door), Non Object (Pole), Non Object (Vertigo), 2008


Niemayer - Exposição em Madrid

Congresso Nacional - Brasília


Palácio da Alvorada - Brasília


Museu de Arte Contemporânea da Prefeitura de Niterói - RJ


Desenho de Oscar Niemayer. Baia de Guanabara com MAC Niterói - RJ



Manimal

A exposição Manimal, criada pelo taxidermista suíço Christian Schneiter, reúne manequins com cabeças de mais de 80 espécies de animais vindos dos cinco continentes.

Ele começou a produzir os trabalhos da coleção em 2005.

As cabeças vieram de animais de verdade. Mas, segundo Schneiter, os direitos de animais foram respeitados e nenhum animal foi morto para os seus trabalhos.

Entre os animais expostos estão um leão jogador de futebol em frente a uma vaca goleira, a cabeça de um tigre sobre o corpo de um homem e um crocodilo de terno e gravata.

A Manimal ocupa uma área de mil metros quadrados imitando um jardim parisiense na feira, que é realizada anualmente desde 1960. A exposição de manequins humanos com cabeças de animais empalhados está em cartaz até domingo na Foire du Valais, na cidade de Martigny, na Suíça.

Fotos: Christian Hofmann

'Vista não vista'

A mostra Sight Unseen, em cartaz no Museu da Fotografia da Califórnia, ligado à Universidade da Califórnia em Riverside, reúne mais de cem imagens realizadas por 12 profissionais de cinco países.
Dois acidentes fizeram o esloveno Evgen Bavcar perder a vista antes dos 12 anos, mas ele diz ter uma vasta 'galeria de imagens' na cabeça.'A Close Up View', de Evgen Bavcar
O artista californiano Pete Eckert adotou a fotografia após ter ficado completamente cego, nos anos 80.
'Night Dream', de Pete Eckert
Eckert diz que mesmo sem estímulo visual, seu cérebro continua formando imagens. 'Sou muito visual, apenas não consigo enxergar', afirma.'Electroman', Pete Eckert
Uma infecção oportunista por causa de Aids deixou o americano Kurt Weston cego do olho esquerdo e com uma visão periférica no direito.'Ultimate Rush', de Kurt Weston

53ª Bienal Internacional de Veneza

Uma obra da brasileira Lygia Pape (1927-2004) abre a Bienal de Artes de Veneza. A instalação feita com fios de ouro iluminados por spots presos ao teto é a primeira imagem que os visitantes encontram no principal evento de arte contemporânea do cenário internacional.
'Tteia 1', de Lygia Pape
Depois da instalação da brasileira, em espaços que somam um total de 88 mil metros quadrados, estão expostas as obras de outros 90 artistas, de 77 países - um recorde de presença.
Os pavilhões nacionais da mostra abrigam de tudo um pouco. O espaço da Finlândia exibe uma piscina em que o manequim de um homem flutua como se fosse o corpo de um suicida.
Instalação da Finlândia (foto: Guilherme Aquino)

O mexicano radicado em São Paulo Héctor Zamora 'modifica' Veneza com 'Enxame de Zeppelins':

O isralense Harush Shlomo repete idéia apresentada em 2005 e navega com barco-instalação pelos canais de Veneza:
Barco de Harush Shlomo
As ilhas Comores estão representadas na Bienal pela primeira vez, com outro barco, de Paolo W. Tamburella:
Barco de Paolo W. Tamburella
O argentino Tomás Saraceno traz 'Galáxia se formando em filamentos, como pingos ao longo de uma teia de aranha':
'Galáxia se formando em filamentos...', de Tomás Saraceno
O alagoano Delson Uchôa expõe suas telas no Pavilhão Brasileiro da Bienal:Paineis de Delson Uchôa
Ainda no Pavilhão Brasileiro, o fotógrafo paraense Luiz Braga exibe sua 'Árvore em Mosqueiro':'Árvore em Mosqueiro', de Luiz Braga